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O Grupo “Nós do Poder Rosa”, formado por mulheres da comunidade londrinense, dirigentes de entidades sociais específicas para assuntos relacionados à mulher, promove no dia 23 de outubro (sábado) a Caminhada Rosa, que será das 09h às 13h, com percurso que tem início na Concha Acústica e termina no Calçadão, entre a Rua Prof. João Cândido e a Av. São Paulo. No Calçadão, profissionais da área de Saúde de universidades londrinenses fornecerão informações sobre a doença e distribuirão folders, visando chamar a atenção para os benefícios da prevenção.
Participe da caminhada e vamos juntos nesta luta. Outubro Rosa: o mês mundial de prevenção ao Câncer de Mama.
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A conscientização continua crescendo e a Campanha Eco Phloraceae chamou a atenção da imprensa. A TV Tarobá publicou uma reportagem especial sobre a Campanha Eco Phloraceae. Veja a reportagem e a entrevista com Lucimara Bertoli, farmaceutica e proprietária da Phloraceae e o depoimento do Prof. Carlos Dalto da ISAE/FGV através do link
http://www.tarobalondrina.com.br/videos/guest/lcxF4YYg_cg
Veja e participe. Descarte corretamente seus medicamentos vencidos e as embalagens. Ajude o meio ambiente! Pequenos gestos podem fazer um mundo melhor. #descarteconsciente
No dia 29 de maio, a Phloraceae Farmácia de Manipulação recebeu o certificado de Empresa Solidária, conferido pelo Grupo de Apoio Pró-Vida e pelo Rotary Club Alvorada em apoio a instalação de mais uma UTI Neo-natal no Hospital Infantil de Londrina e da Campanha Pólio Plus da Fundação Rotária.
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Jornal de Londrina – 31/5/2010
por Amanda de Santa
Hidratação intensa da pele, controle de peso, alimentação balanceada, exercícios físicos regulares e muita água. Essa é a receita básica para prevenir estrias. Mas, com que idade é preciso começar? Segundo especialistas, bem cedo. Por isso, os pais devem estar atentos às mudanças no corpo dos filhos entre a infância e adolescência, quando eles começam a crescer mais rápido.
“Estrias são atrofias lineares da pele formadas pelo rompimento das fibras elásticas e comprometimento do colágeno”, explica o médico dermatologista, Leandro Neme. Depois de rompidas, as fibras são inundadas de sangue, formando lesões que se refletem na pele como minicicatrizes avermelhadas. “Com o passar do tempo, elas vão adquirindo uma coloração esbranquiçada”.
Estria não tem cura. Por isso, o dermatologista recomenda hidratação intensa da pele com cremes e loções, principalmente para pessoas com histórico familiar de lesões.
A farmacêutica e bioquímica Lucimara Dal Col Bertoli diz que o ideal é hidratar o corpo ao menos uma vez ao dia após o banho. “Para prevenir estrias, é interessante usar produtos que contenham silício – responsável pelo aumento da elasticidade da pele – e fatores que evitam a perda e aumentam a absorção de água pela pele”, orienta. Segundo ela, as estrias avermelhadas podem ter o aspecto melhorado com a utilização de produtos que auxiliam na formação de colágeno e elastina.
As lesões, de acordo com o dermatologista Leandro Neme, podem se formar a partir de estresses mecânicos – estiramento da pele -, ou fisiológicos – estímulos hormonais. Segundo ele, o surgimento de estrias varia de um organismo para outro. “Algumas pessoas as desenvolvem mesmo com pouca distensão da pele, e outras não desenvolvem nem durante a gestação, quando a distensão é muito grande”, aponta.
O surgimento de estrias é muito comum na adolescência, por conta do crescimento acelerado. “Elas podem estar relacionadas também à hereditariedade, aumento de peso e uso de medicamentos, como cortisona (oral ou tópica)”, cita Neme.
Meninas na fase da puberdade devem redobrar os cuidados. “É nessa época que costumam surgir estrias nas nádegas, coxas e mamas. Nos rapazes, a fase do ‘estirão’ pode causar estrias horizontais no dorso do tronco”, diz o dermatologista.
Neme afirma que o aparecimento de estrias nos homens é menor. “Eles não engravidam e sofrem menos do ‘efeito sanfona’. Além disso, a produção de estrógeno e progesterona na mulher favorece o aparecimento das lesões”.
Serviço: Lucimara Dal Col Bertoli – 3321-1222, Leandro Neme – 3356-3030.
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Folha de Londrina:
Projeto Folha Cidadania
Antes com baixa procura, o álcool gel foi alçado à condição de produto de primeira necessidade pela população no combate ao vírus H1N1. Para suprir a demanda, as indústrias intensificaram a produção e as farmácias de manipulação passaram a oferecer o produto. Os especialistas reforçam que, independente de ser líquido ou gel, o único que tem ação bactericida é o álcool a 70 graus. O gel, no entanto, é mais indicado por ser mais seguro e por ressecar menos a pele. ‘‘O gel e o líquido são igualmente inflamáveis, a diferença é que o gel esparrama menos e, portanto, é mais seguro para ser usado no dia a dia’’, explica a farmacêutica Lucimara Dal Col Bertoli, proprietária da rede de farmácias de manipulção Phloraceae.
Há menos de um mês, a empresa passou a produzir álcool gel a 70 graus para atender a demanda. Até então, o item era manipulado somente para uso interno dos funcionários. Também há opções com aloe vera, que ameniza o ressecamento da pele provocado pelo álcool. Segundo Lucimara, o álcool comum, adquirido geralmente para limpeza, não tem ação bactericida. Mas mais do que usar álcool, a população deve se preocupar em lavar as mãos com frequência – e corretamente – para evitar a disseminação do vírus da gripe. ‘‘Nada substitui a água e o sabão. É um procedimento barato e eficaz’’, defende a pediatra infectologista Jaqueline Dario Capobiango. Ela ressalta que o álcool a 70 graus é indicado para desinfetar as mãos, mas deve ser usado somente em locais onde não tem pia e torneira. Ou então, depois de lavar as mãos em água corrente.
Fonte: http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id_folha=2-1–126-20090901
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Maria Antonieta Toledo
Especial para a FOLHA
Comércio e prestadoras de serviço têm migrado para a região em busca de atender a demanda habitacional
Lucimara Bertoli, da Phloraceae: escolheu a Avenida Ayrton Senna como endereço da sua terceira filial.
Uma área reservada a pequenas chácaras converteu-se nos últimos cinco anos em um fenômeno do mercado imobiliário londrinense. A Gleba Palhano, região tradicionalmente agrícola e que viu a cidade crescer ao seu redor, abriu espaço para que a modernidade e a sofisticação se instalassem em seus domínios. O desenvolvimento da região ocorreu de forma exponencial, tendo como grandes incentivadores a iniciativa privada, que acreditou no potencial econômico e habitacional da gleba. Do primeiro edifício erguido, que sequer contava com acesso asfaltado, aos grandes condomínios que apontam diariamente rumo ao céu, muita coisa se transformou em um curto espaço de tempo, a comparar pela valorização dos imóveis do local.
Conforme relata Raul Fulgêncio, responsável pela comercialização de 70% do mercado imobiliário de Londrina, há cinco anos o metro quadrado na Gleba Palhano era negociado a R$ 55. Hoje, está por volta dos R$ 500 para edificação de prédios. ‘‘Se formos calcular o metro quadrado nas principais avenidas, como a Ayrton Senna ou a Madre Leonia, esse valor sobe para R$ 1.400’’, evidenciou. Ele acrescenta que metade de todos os negócios firmados na sua imobiliária foram de imóveis localizados naquela região.
Nos últimos dois anos, Fulgêncio atuou no lançamento de 9 torres na região, o que totaliza 856 apartamentos comercializados. ‘‘Se fizermos as contas veremos que nesse período vendemos mais de um apartamento por dia só na Gleba Palhano’’, analisa.
A grande aceitação pela região motivou a Construtora A.Yoshii a concentrar 100% dos seus investimentos atuais em incorporações na região, conforme o diretor de incorporações, Sílvio Muraguchi. ‘‘O local apresenta um grande potencial de crescimento de forma planejada e com qualidade’’, acrescentou.
A construtora está trabalhando na edificação de 10 torres simultaneamente, o que vai se configurar na entrega de 900 apartamentos com um valor global de venda (VGV) estimado em R$ 200 milhões. ‘‘Destes 900 apartamentos, 90% estão vendidos’’, completou Muraguchi.
Aliado ao aumento da concentração populacional no local, o comércio e as prestadoras de serviço têm migrado para a nova área em busca de atender prontamente a essa demanda da região. Grandes redes – como a Tok&Stok e o Super Mufatto – escolheram como novo endereço a Gleba Palhano. Um levantamento feito pela Diretoria de Tributos Mobiliários da Secretaria da Fazenda apontou que no ano passado 171 empresas em caráter jurídico e equiparadas foram abertas na região. Deste total, 92 são comerciais, 76 de serviços e 3 indústrias.
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Marian Trigueiros
Especial para a FOLHA
Farmácias de manipulação vêm ganhando espaço na preferência popular, oferecendo produtos personalizados.
Quando falamos em farmácias de manipulação, muitas pessoas logo pensam em remédios homeopáticos ou que não possuem a mesma eficácia do remédio comprado em farmácias tradicionais. O que muitos não sabem é que os remédios manipulados são feitos com a mesma substância ativa presente nos medicamentos de marcas conhecidas, sendo que a matéria-prima utilizada é adquirida dos mesmos distribuidores que fornecem à indústria, sempre atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Dessa forma, as farmácias de manipulação oferecem uma gama de produtos alopáticos, cosméticos e fitoterápicos, sendo possível fazer remédios para diversos problemas como depressão, diabetes, pressão alta e até cardíacos, todos produzidos por farmacêuticos com conhecimento técnico.
Cada vez mais procurados pela população, os manipulados proporcionam inúmeras vantagens aos usuários. ”O mais importante é que são desenvolvidos individualmente para cada paciente, enquanto os da indústria são feitos em grande escala e dosagens padronizadas. Ou seja, uma pessoa de 45 quilos fará a mesma utilização de uma de 90 quilos, por exemplo, quando cada uma deveria receber uma dosagem”, explica a farmacêutica Lucimara Dal Col Bertoli, diretora técnica e proprietária da Phloraceae, empresa há 11 anos no mercado, com cinco lojas no país, tendo a matriz em Londrina.
Segundo a farmacêutica, além do produto personalizado, os medicamentos manipulados podem apresentar-se de diferentes formas. ”Uma parte da população sofre de intolerância ou apresenta alergias aos medicamentos manufaturados industrialmente. Sendo assim, desenvolvemos o mesmo remédio em cápsulas, xaropes, líquidos, pós, supositórios ou géis. Podemos também mudar o aroma para crianças que não gostam de determinados sabores ou até mesmo a fragrância para aqueles que não querem cheiro nos cremes”, comenta. Outra vantagem é a possibilidade do médico prescrever uma fórmula que permita a associação de todas as substâncias necessárias e dosagens exatas num único remédio manipulado, já que algumas doenças precisam ser tratadas com vários medicamentos ao mesmo tempo. ”Devemos lembrar também que, cada vez mais, pessoas têm usado medicamentos manipulados como alternativa a medicina preventiva ou ortomolecular. Como cada organismo é diferente do outro, é possível fazer um medicamento voltado para as deficiências de cada um, de acordo com as substâncias necessárias”, completa a farmacêutica.
Lucimara destaca ainda a economia feita nas farmácias de manipulação, nas quais os remédios geralmente apresentam um preço mais baixo. ”Enquanto os medicamentos comerciais passam por várias etapas até chegar às drogarias, os manipulados encurtam o processo: vêm do fornecedor e já é produzido para o consumidor final. Além disso, todo o dinheiro da indústria gasto com pesquisa para o desenvolvimento de novos fármacos e com marketing é repassado e embutido nos medicamentos”. Ainda segundo ela, outro fator importante é ausência de desperdício, evitando a criação da ”farmácia doméstica” que pode levar a automedicação. ”O paciente recebe e paga exatamente pela quantidade de remédio que precisa para o período de tratamento, auxiliando na diminuição do uso excessivo de medicamentos sem prescrição”, alerta.
Para a farmacêutica, além das Boas Práticas de Manipulação determinadas pelo Ministério da Saúde e procedência dos materiais, a preocupação com os profissionais do local é indispensável. ”Apesar da vigilância municipal ser atuante, ainda assim a legislação permite algumas brechas para que maus profissionais consigam trabalhar normalmente. Por isso, é fundamental que o consumidor esteja atento se a empresa segue todos os requisitos mínimos para manipulação de medicamentos, abrangendo questões relacionadas a instalações, equipamentos, recursos humanos e controle de qualidade da matéria-prima”. De acordo com Lucimara, a Phloraceae possui nove farmacêuticos especializados trabalhando diariamente no controle de qualidade e em pesquisas. ”Temos a consciência de que lidamos com saúde e consequentemente com vida”, afirma.
Não tome nenhum medicamento sem o conhecimento do seu médico.
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Folha de Londrina:
A Farmácia do Genérico e a Phloraceae Farmácia de Manipulação receberam na Câmara Municipal de Londrina o Título Empresa Amiga do Idoso, uma homenagem aos cuidados especiais oferecidos aos clientes da terceira idade como aferição diária da pressão arterial e participação direta do grupo na organização de eventos de recreação, lazer e palestras informativas. A solenidade contou com a presença de várias autoridades, entre elas a Secretária do idoso, Cristina Coelho e também com apresentações culturais do Coral da Pastoral da Terceira Idade da Catedral de Londrina, do Grupo da Terceira Idade do SESC e da Banda de Músicos de Londrina.
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Diário de Cuiabá,
da Reportagem:
Uma das mais importantes certificações internacionais para gestão de qualidade, ISO 9001:2000 é conquistada por uma farmácia de manipulação no Mato Grosso. Para o Estado, isto é de grande relevância. A Phloraceae – empresa certificada – promove um dia de portas abertas para a população visitar os laboratórios, assim oportuniza todos a conhecerem os seus procedimentos.
As maiores dúvidas de quem procura os serviços de uma farmácia de manipulação envolvem a qualidade do produto. Será que o princípio ativo é aquele mesmo? Será que a dosagem está correta? E a data de vencimento? Para garantir essa qualidade, a empresa precisa adotar sistemas de padronização de procedimentos e buscar a certificação da qualidade. “A certificação verifica o processo desde a qualificação de fornecedores – e isso já garante que a matéria-prima seja de qualidade”, exemplifica a farmacêutica Lucilena de Simone, proprietária da farmácia Phloraceae, em Cuiabá. A Phloraceae é a primeira farmácia de manipulação do Estado a receber a certificação ISO 9001:2000.
“O certificado da ISO é internacional. Por isso, é interessante para o Estado que o maior número possível de empresas alcance os parâmetros para obter essa certificação”, destaca Lucilena. Ela conta que, no caso da Phloraceae, todas as etapas dos procedimentos foram padronizadas e avaliadas. “Todo o foco da produção é voltado para a qualidade do produto, o que nos dá muito mais segurança na hora da entrega, pois qualquer margem de erro fica muito menor”, explica.
Lucilena destaca ainda a atuação dos funcionários em todo o processo de certificação. “As auditorias não eram sobre o meu trabalho, mas sobre o trabalho de todos. A unificação e o comprometimento da equipe são a base para que se possa implantar realmente a qualidade”, afirma. Por isso, a qualificação dos funcionários é fundamental para a manutenção do certificado, com metas claras a ser cumpridas em quantidade de cursos e treinamentos, seguindo um planejamento.
A versão 2000 da ISO 9001 teve os critérios alterados em relação à versão anterior, que era de 1994. Na prática, isso significa que ficou mais difícil obter a certificação, tanto que muitas empresas que já eram certificadas pelos critérios anteriores ainda não conseguiram fazer a transição.
Para que as pessoas possam compreender o funcionamento de uma farmácia de manipulação – e entender a padronização de procedimentos -, Lucilena vai promover um dia de “portas abertas”, para toda população, nas duas unidades da Phloraceae em Cuiabá, nesta terça-feira, 14 de dezembro, das 8h00 às 18h00.Como os laboratórios são envidraçados, é possível visitar as dependências sem riscos de contaminação. “Normalmente, os clientes que têm curiosidade já podem fazer a visita. Mas decidimos dedicar um dia inteiro a isso, com um coquetel e a equipe à disposição para explicações. É uma forma também de comemorarmos a conquista da ISO 9001”, destaca Lucilena. (Mariza Bazo)
Fonte: Site do Diário de Cuiabá
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Folha de Londrina:
Benê Bianchi
Londrina – Três empresas de Londrina recebem amanhã o certificado ISO 9000, em solenidade na sede local do Sebrae. Entre as empresas, duas são as primeiras em suas áreas de atuação a serem certificadas na cidade: o escritório de projetos Bohrer Arquitetura e a Over Computadores (integradora de equipamentos de informática). A terceira empresa a receber a certificação é a Phloraceae Farmácia de Manipulação.
As três empresas foram preparadas pelo Sebrae, regional Londrina, num processo que durou mais de um ano. ‘‘Agora, elas têm um sistema de gerenciamento capaz de detectar possíveis falhas, desperdícios, perdas e retrabalhos’’, comenta o consultor Paulo Francisco Di Chiara. Segundo ele, no caso do escritório de Arquitetura e da Over Informática, a certificação irá significar pontos favoráveis no momento de participar de licitações públicas. ‘‘Essas empresas estarão concorrendo em pé de igualdade com qualquer outra estabelecida no mercado’’, comenta Di Chiara.
Celso Bruschi, diretor da Over, acrescenta que após o processo de certificação, a empresa passa a documentar todas as etapas de produção, facilitando o rastreamento de possíveis problemas e evitando prejuízos futuros.
A diretora da Phloraceae, Lucimara Dal Col Bertoli, aponta a geração de dados que ajuda a melhor gerenciar a empresa como uma das principais vantagens de todo o processo de certificação. ‘‘Um dos aspectos muito importantes é que toda a equipe participa do processo e passamos a dividir melhor as responsabilidades’’, comenta Lucimara.
Benê Bianchi
Reportagem Local
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quarta-feira, outubro 20, 2010